sábado, 28 de fevereiro de 2015

SEJA LOUCO!

10 maneiras estranhas de ficar doidão Além das drogas lícitas e ilícitas, existem diversas outras coisas bizarras que algumas pessoas já fizeram em busca do “barato”. Confira na lista a seguir: – Já usei esse I-Doser e não senti efeito algum.

COMO ENCONTRAR OUTRO LOUCO...

Loucura, o que realmente é? Como saber quando alguém está começando a perder a sanidade? Essa é uma das perguntas mais recorrente feita no consultório médico. O termo louco é muito impreciso e amplamente utilizado pela população, mas, academicamente, não é utilizado. Classicamente, o louco é aquele sujeito que perdeu a razão, que tem pensamentos e ações sem sentido, tem comportamentos distorcidos que fogem à regra: é a “alienação mental” de Philippe Pinel, o pai da psiquiatra moderna (cujo sobrenome virou o mesmo que loucura), que atuou na França entre o final do século XVIII e o começo do século XIX. “Hoje em dia, podemos dizer que os sintomas psicóticos são o equivalente à loucura empregada nos meios psiquiátricos no passado. Os sintomas psicóticos ocorrem na esquizofrenia e também costumam ocorrem no transtorno bipolar”, afirma o psiquiatra Deyvis Rocha. Muitas pessoas deixam de ir ao psiquiatra porque isso seria o mesmo que declarar-se louco ou que obter um atestado de loucura. E qual é a pessoa que vai ao psiquiatra e que nunca ouviu ninguém lhe perguntar “você é louco?”, ou variações do tipo “o que você tá fazendo num psiquiatra se você não é louco?”, “o que você vai fazer em médico de doido?”, O individuo que já passou por essa fase crítica e vai ao psiquiatra por algum problema qualquer, como sintomas depressivos ou ansiosos, teme que o seu quadro clínico possa evoluir para um quadro de loucura. “As pessoas têm medo de perder a razão, o controle sobre si mesmas, sobre os seus pensamentos e os seus atos e de se ver obrigadas a tomar um remédio para ficarem bem”, explica o médico. Em psiquiatria, há um velho ditado (que até se utiliza para tranquilizar os pacientes) que diz que a pessoa que está ficando louca não sabe que está ficando louca, o que significa que a capacidade de alguém se preocupar com o fato de poder ficar louco é uma segurança de que isso não vai acontecer. Sendo assim, um transtorno de pânico ou outro transtorno ansioso, como a ansiedade generalizada, as fobias, uma depressão, não vão evoluir para um estado de loucura e de perda da razão, mesmo que seja essa a sensação que se tem quando ocorre uma crise de pânico. Pode até ser que a pessoa tenha mais de um diagnóstico, como depressão e esquizofrenia, ansiedade e transtorno bipolar, mas não é que uma doença levou a pessoa a ter a outra, mas é que são quadros diversos que, por genética ou por coisas da vida, atingem a mesma pessoa. Conheça os principais transtornos psicóticos que podem levar um individuo a loucura. Os principais transtornos psicóticos crônicos são: Esquizofrenia: A esquizofrenia é uma doença mental que afeta a zona central do “eu” e altera a estrutura vivencial. O portador de esquizofrenia, quando em surto, costuma agir em função dos seus delírios e alucinações, perdendo a liberdade de escapar a essas vivências fantásticas. Cerca de 1% da população é acometida pela doença, geralmente iniciada antes dos 25 anos de idade. “A esquizofrenia se caracteriza por distorções do pensamento, da percepção e por inadequação dos afetos. Usualmente o paciente com esquizofrenia mantém clara sua consciência”, explica o psiquiatra Deyvis Rocha. Transtorno delirante: Esta patologia é caracterizada pela ocorrência de ideia(s) delirante(s), em geral paranóide (de estar sendo perseguido, de estar sendo alvo de críticas, de as pessoas quererem prejudicá-lo intencionalmente). O delírio tende a ser persistente e algumas vezes crônico. Pode haver alucinações auditivas (ouve vozes que não existem na realidade) e visuais (vê imagens que não existem na realidade), embora alucinações sejam incomuns. O afeto tende a ser inexpressivo. Transtorno esquizoafetivo: esta patologia manifesta-se pela ocorrência de episódios de humor intercalados por episódios psicóticos sem sintomas de humor. É importante salientar que dentro dos episódios de humor, quando graves, podem também ocorrer sintomas psicóticos. Existem dois tipos principais: depressivo (onde os episódios de humor são sempre depressivos) e misto (onde ocorrem episódios depressivos, maníacos, hipomaníacos e mistos). Transtornos psicóticos agudos: Estes transtornos têm frequentemente um início repentino, desenvolvendo-se em geral rapidamente no espaço de poucos dias e desaparecendo também em geral rapidamente, sem recidivas. Quando os sintomas persistem, o diagnóstico deve ser modificado para esquizofrenia ou transtorno delirante persistente. Transtorno Bipolar: O transtorno bipolar é uma doença mental em que o paciente alterna estados de euforia e depressão, além de fases de “normalidade” intercaladas. A pessoa pode apresentar alguns sintomas de euforia e de depressão ao mesmo tempo, que são os estados mistos. A causa exata é desconhecida, mas os cientistas acreditam que esteja ligada à genética. Tratamentos Além do tratamento com os remédios chamados antipsicóticos, a psicoterapia pode auxiliar o paciente a lidar com as dificuldades de realizar atividades do dia a dia impostas pelos sintomas. Fonte- Psiquiatra Deyvis Rocha

VÍDEOS DOS LOUCOS

O vídeo é capaz de causar alucinações naturais – e não perigosas, fique tranquilo – em menos de 2 minutos. Tudo o que você precisa fazer é manter seus olhos centrados na tela e focar nas letras que aparecem no meio do vídeo. O objetivo é justamente causar um efeito visual bem diferente em quem assiste, afinal, depois que o vídeo acaba, você vai ver tudo ao seu redor se mexendo por mais alguns segundos. Isso acontece devido ao estímulo fisiológico repetitivo ao qual nossos olhos são submetidos. Quando o vídeo acaba e você olha para outra direção, seu cérebro ainda espera enxergar ondas e, como não as enxerga, ele mesmo as cria. Há quem prefira dizer quais são as letras que aparecem ao centro do vídeo em voz alta. Isso não altera muita coisa, mas demonstra que a pessoa está muito focada, o que é ideal para que a experiência dê certo. Para um melhor resultado, assista às imagens em tela cheia e em alta resolução. O efeito “alucinógeno” é temporário e deve passar totalmente dentro de alguns minutos. IMPORTANTE: se você sofre de epilepsia, não assista o vídeo.
www.youtube.com/watch?v=yurbqVXr0O4


Síndrome de Down Origem: Síndrome de Down Garoto com síndrome de Down usando uma parafusadeira elétrica. Classificação e recursos externos CID-10 Q90 CID-9 758.0 OMIM 190685 DiseasesDB 3898 MedlinePlus 000997 eMedicine ped/615 MeSH D004314 Aviso médico Síndrome de Down ou Trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra, total ou parcialmente. Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862.[1] A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune.[2] , que descobriu uma cópia extra do cromossoma 21.[3] É o distúrbio genético mais comum, estimado em 1 a cada 1000 nascimentos.[4] A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal[5] . Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento. Pessoas com síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apneia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireoide.
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